Projeto (Re)Conte um Conto - 2ª parte
A 2ª parte do projeto (Re)Conte um Conto foi a produção de uma releitura de contos famosos por parte dos estudantes. Da mesma forma, após os contos serem digitados, os alunos produziram um pôster para o seu conto e tanto a releitura quando a produção visual podem ser conferidas abaixo:
Equipe: Amanda, Alison, Vitor.
Conto original: A Bela Adormecida
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: A Bela Adormecida
Após o rei recusar ter uma filha com sua esposa, pois ele queria um filho para herdar seu trono, a rainha vai esfriar a cabeça e tem a ideia de seduzir o rei e tentar ter uma filha. Deu tudo certo e a gravidez chegou, meses depois, nasceu uma menina.
Quando a menina completou 12 anos, o pai, já enjoado e com olheiras de angústia, teve a ideia mais macabra de todas e com a ajuda das tias ele colocou tudo isso em prática. Três das tias recusaram e foram ameaçadas para não falarem nada, mas uma tia, a mais velha e rabugenta, que praticava magia negra, aceitou participar do plano, e assim colocaram o plano em prática. Ele estuprou a filha para tentar ter um filho homem com ela, mas era óbvio que não daria certo, e a menina não engravidou. O rei logo muda a expressão do rosto e fala para a tia amaldiçoar a menina em um transe eterno, e trancá-la no calabouço do castelo.
Anos se passaram, na verdade muito tempo, aproximadamente 100 anos, até que um jovem aventureiro, focado em sua missão de procurar a garota das lendas, a garota que estava esperando o seu príncipe que a despertaria com um beijo. O rapaz, depois de vários desafios, consegue entrar no castelo e invadir o calabouço. Ele se prepara para beijar a garota após encontrá-la, mas na hora do beijo o encantamento que preservava o corpo dela se quebrou, e o corpo da garota se espedaçou nos braços dele, até virar uma pilha de pó inútil.
Equipe: Alexia, Cristiane e Luana de Cássia.
Equipe: Alexia, Cristiane e Luana de Cássia.
Conto original: Os Outros
Autor do conto original: Nail Gaiman
Título da releitura: Os Outros
Ouvia-se uma risada.
– Vai deixar que eles te tratem assim? – perguntou o palhaço. Houve um Silencio:
Ele soube que era seu maior medo no momento que ouviu a risada desesperadora e sabia também que era paranoia da sua cabeça, porém ignorava esse fato, pois tudo mexia com a sua mente.
Era um ambiente vazio, um vácuo, e do lado do palhaço encontrava-se sua irmã, ajoelhada chorando.
– Aproxime-se – Ordenou o palhaço e ele chegou mais perto.
Tinha características de um palhaço normal: Cabelos vermelhos encaracolados e pele pálida, porém possuía dentes pontudos e uma pequena cicatriz do lado direito de sua boca. Sua roupa era medonha e colorida com manchas de sangue.
Houve novamente um silêncio. O menino fechou os olhos . Ouvia-se o suspiro da irmã.
No silêncio o menino abiu os olhos e olhou para o palhaço, que não era mais o palhaço.
– O que acontece agora? – Perguntou o menino e uma porta se fechou, a escuridão tomou conta do lugar.
Tudo voltara a sua realidade.
Ouvia passos no corredor vindo em sua direção; Passos com ódio; Passos que nunca ouvira antes.
Seu pai adentrara o local, de inicio acho que fosse seu medo, o do sonho, mas era seu pai o olhando com lágrimas de sangue nos olhos, era como se sentisse tristeza e ódio ao mesmo tempo.
– Sentirá saudades desse momento – disse o pai.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o pai – A próxima parte é ainda pior – Explicou um pouco antes de desamarrar a cinta de sua cintura e...Você sabe.
– E agora? – Perguntou o menino entre soluços.
– Agora começa a dor de verdade – Informou o pai.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, seria melhor não ter feito. Cada mentira, cada invenção que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, rancor, cada detalhe foi lembrado e preferia nunca que tivesse existido, o pai descascava toda a mentira, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que sentiu quando viu sua irmã naquele estado – Exigia o pai.
– Pensei que iria morrer – disse o menino jogado no chão.
– Não, não pensou.
O pai desconstruía a vida do menino momento por momento, um instante medonho após o outro. Levou muito tempo, uns 100 anos ou mais, nada mais importava, já havia sido tudo descoberto. Aquilo era pior que tortura física.
Mas acabou.
Só que quando acabou, começou de novo e de novo. Quanto mais falava e repetia sua história, o menino mais se odiava. Não havia mais mentiras, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
– De novo – ordenou o pai pela quinquagésima terceira vez.
Era como se seu medo estivesse virando realidade.
E estava.
O menino abaixou a cabeça e fechou os olhos. Respirou fundo e abriu os olhos.
Na porta que havia se fechado atrás do menino entrou um rapaz: havia ódio e rancor em seu rosto.
Foi aí que ele percebera tudo.
– Vai deixar que eles te tratem assim? – Perguntou o recém-chegado.
O menino já estava limpo, tudo havia sido descoberto: O estupro de sua irmã de 9 anos que ele mesmo havia cometido, tudo , todas as mentiras, invenções , tudo havia sido descoberto que ele não hesitava mais em morrer.
Autor do conto original: Nail Gaiman
Título da releitura: Os Outros
Ouvia-se uma risada.
– Vai deixar que eles te tratem assim? – perguntou o palhaço. Houve um Silencio:
Ele soube que era seu maior medo no momento que ouviu a risada desesperadora e sabia também que era paranoia da sua cabeça, porém ignorava esse fato, pois tudo mexia com a sua mente.
Era um ambiente vazio, um vácuo, e do lado do palhaço encontrava-se sua irmã, ajoelhada chorando.
– Aproxime-se – Ordenou o palhaço e ele chegou mais perto.
Tinha características de um palhaço normal: Cabelos vermelhos encaracolados e pele pálida, porém possuía dentes pontudos e uma pequena cicatriz do lado direito de sua boca. Sua roupa era medonha e colorida com manchas de sangue.
Houve novamente um silêncio. O menino fechou os olhos . Ouvia-se o suspiro da irmã.
No silêncio o menino abiu os olhos e olhou para o palhaço, que não era mais o palhaço.
– O que acontece agora? – Perguntou o menino e uma porta se fechou, a escuridão tomou conta do lugar.
Tudo voltara a sua realidade.
Ouvia passos no corredor vindo em sua direção; Passos com ódio; Passos que nunca ouvira antes.
Seu pai adentrara o local, de inicio acho que fosse seu medo, o do sonho, mas era seu pai o olhando com lágrimas de sangue nos olhos, era como se sentisse tristeza e ódio ao mesmo tempo.
– Sentirá saudades desse momento – disse o pai.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o pai – A próxima parte é ainda pior – Explicou um pouco antes de desamarrar a cinta de sua cintura e...Você sabe.
– E agora? – Perguntou o menino entre soluços.
– Agora começa a dor de verdade – Informou o pai.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, seria melhor não ter feito. Cada mentira, cada invenção que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, rancor, cada detalhe foi lembrado e preferia nunca que tivesse existido, o pai descascava toda a mentira, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que sentiu quando viu sua irmã naquele estado – Exigia o pai.
– Pensei que iria morrer – disse o menino jogado no chão.
– Não, não pensou.
O pai desconstruía a vida do menino momento por momento, um instante medonho após o outro. Levou muito tempo, uns 100 anos ou mais, nada mais importava, já havia sido tudo descoberto. Aquilo era pior que tortura física.
Mas acabou.
Só que quando acabou, começou de novo e de novo. Quanto mais falava e repetia sua história, o menino mais se odiava. Não havia mais mentiras, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
– De novo – ordenou o pai pela quinquagésima terceira vez.
Era como se seu medo estivesse virando realidade.
E estava.
O menino abaixou a cabeça e fechou os olhos. Respirou fundo e abriu os olhos.
Na porta que havia se fechado atrás do menino entrou um rapaz: havia ódio e rancor em seu rosto.
Foi aí que ele percebera tudo.
– Vai deixar que eles te tratem assim? – Perguntou o recém-chegado.
O menino já estava limpo, tudo havia sido descoberto: O estupro de sua irmã de 9 anos que ele mesmo havia cometido, tudo , todas as mentiras, invenções , tudo havia sido descoberto que ele não hesitava mais em morrer.
Conto original: O Assalto
Autor do conto original: Carlos Drummond de Andrade
Título da releitura: O Assalto
Oi! Sou um "muleke" de 17 anos que adorava fumar, beber e às vezes praticava assaltos. Um dia, se mudou para a minha rua um velho cego, ele só saia de casa para buscar o jornal que o carteiro trazia. Sempre tive curiosidade de saber o que tinha dentro de sua casa. Certo dia resolvi roubá-lo, esperei até três horas da manhã, então resolvi entrar em sua casa.
Era uma casa linda, cheia de jóias, seu lustre era de ouro, tinha muitas bebidas, tinha até uns quadros antigos bem macabros, peguei minha mochila e comecei a colocar tudo de valor dentro dela, quando de repente escuto um barulho e penso comigo "droga!!! O velho acordou.." Mas não fiquei com muito medo, afinal ele era cego, o que poderia acontecer de errado?
Me escondi só para garantir e esperei ele descer as escadas para eu poder subir para o quarto, quando cheguei no quarto, olhei para a parede, lá estava a foto de umas pessoas do bairro e do meu melhor amigo, todas tinham um "X" na foto, menos a minha, eu comecei a suar frio de medo, meu coração acelerou como ele poderia ter as nossas fotos?! Ele é Cego !!! Peguei minha mochila e saí o mais rápido possível daquela casa.
Cheguei em casa e corri para meu quarto, não conseguia parar de pensar nas fotos, em tudo, quando de repente fui interrompido com um barulho de porta rangendo. Estava com muito medo, criei coragem e fui ver que barulho era aquele, quando estava descendo as escadas senti uma gota em meus ombros, era sangue! Olhei para o teto e estava escrito "você me vê?", peguei meu celular para ligar para a polícia quando recebi uma mensagem do meu melhor amigo "É tão escuro", desci as escadas o mais de pressa possível para correr para a porta da frente , quando me deparou com o velho cego com uma faca na mão, meu melhor amigo estava sem os olhos, o velho desgraçado havia deixado meu amigo cego! Comecei a chorar e perguntei o que aquele velho desgraçado queria, e com uma voz grossa ela respondeu "Agora ele vê o que eu vejo..."
Autor do conto original: Carlos Drummond de Andrade
Título da releitura: O Assalto
Oi! Sou um "muleke" de 17 anos que adorava fumar, beber e às vezes praticava assaltos. Um dia, se mudou para a minha rua um velho cego, ele só saia de casa para buscar o jornal que o carteiro trazia. Sempre tive curiosidade de saber o que tinha dentro de sua casa. Certo dia resolvi roubá-lo, esperei até três horas da manhã, então resolvi entrar em sua casa.
Era uma casa linda, cheia de jóias, seu lustre era de ouro, tinha muitas bebidas, tinha até uns quadros antigos bem macabros, peguei minha mochila e comecei a colocar tudo de valor dentro dela, quando de repente escuto um barulho e penso comigo "droga!!! O velho acordou.." Mas não fiquei com muito medo, afinal ele era cego, o que poderia acontecer de errado?
Me escondi só para garantir e esperei ele descer as escadas para eu poder subir para o quarto, quando cheguei no quarto, olhei para a parede, lá estava a foto de umas pessoas do bairro e do meu melhor amigo, todas tinham um "X" na foto, menos a minha, eu comecei a suar frio de medo, meu coração acelerou como ele poderia ter as nossas fotos?! Ele é Cego !!! Peguei minha mochila e saí o mais rápido possível daquela casa.
Cheguei em casa e corri para meu quarto, não conseguia parar de pensar nas fotos, em tudo, quando de repente fui interrompido com um barulho de porta rangendo. Estava com muito medo, criei coragem e fui ver que barulho era aquele, quando estava descendo as escadas senti uma gota em meus ombros, era sangue! Olhei para o teto e estava escrito "você me vê?", peguei meu celular para ligar para a polícia quando recebi uma mensagem do meu melhor amigo "É tão escuro", desci as escadas o mais de pressa possível para correr para a porta da frente , quando me deparou com o velho cego com uma faca na mão, meu melhor amigo estava sem os olhos, o velho desgraçado havia deixado meu amigo cego! Comecei a chorar e perguntei o que aquele velho desgraçado queria, e com uma voz grossa ela respondeu "Agora ele vê o que eu vejo..."
Equipe: Alessandra, Nathuane e Luana Sandy.
Conto original: A Branca De Neve
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: Branca de Neve
Havia em um reino sete príncipes irmãos e também uma moça muito bonita chamada Branca de Neve. Além dela, tinha a irmã mais velha, que tinha muita inveja de Branca de Neve por ela ser a mais sexy do reino e por todos os príncipes serem fascinados por ela.
Pela inveja doentia da irmã de Branca de Neve, ela resolveu fazer um plano para se livrar dela. O plano foi pedir para o príncipe mais elegante dentre os sete levar ela na floresta e estuprá-la bruscamente. Então o plano entrou em ação... O príncipe foi chamar Branca de Neve, para dar um passeio, ela concorda e vai. Chegando na floresta, ele fez ela se perder, para não voltar para casa, e dali então ele puxa ela pelos braços e começa a estuprá-la. Branca de Neve não mais consciente, desmaia e ele volta para casa.
Um belo camponês fazendo um passeio pela floresta, encontra Branca de Neve com a roupa toda rasgada e ainda inconsciente. Depressa ele a socorre e leva ela para a casa dele e então ele cuida dela. Depois deste dia, ela passa a viver na casa do camponês.
Como os dois estavam se conhecendo, um se apaixonou pelo outro até que chega o esperado dia do casamento dos dois. Branca de Neve e o camponês fazem os convites e entregam no reino, até que o convite chega nas mãos da irmã de Branca de Neve.
Chegando no dia do casamento, Branca de Neve e o camponês estavam muito lindos, que não passaram despercebidos, causando inveja a qualquer um. A irmã de Branca de Neve, chega no casamento, e sentiu muita inveja e raiva, até que chegou uma hora que ela teve um infarto de tanto ódio.
Conto original: A Branca De Neve
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: Branca de Neve
Havia em um reino sete príncipes irmãos e também uma moça muito bonita chamada Branca de Neve. Além dela, tinha a irmã mais velha, que tinha muita inveja de Branca de Neve por ela ser a mais sexy do reino e por todos os príncipes serem fascinados por ela.
Pela inveja doentia da irmã de Branca de Neve, ela resolveu fazer um plano para se livrar dela. O plano foi pedir para o príncipe mais elegante dentre os sete levar ela na floresta e estuprá-la bruscamente. Então o plano entrou em ação... O príncipe foi chamar Branca de Neve, para dar um passeio, ela concorda e vai. Chegando na floresta, ele fez ela se perder, para não voltar para casa, e dali então ele puxa ela pelos braços e começa a estuprá-la. Branca de Neve não mais consciente, desmaia e ele volta para casa.
Um belo camponês fazendo um passeio pela floresta, encontra Branca de Neve com a roupa toda rasgada e ainda inconsciente. Depressa ele a socorre e leva ela para a casa dele e então ele cuida dela. Depois deste dia, ela passa a viver na casa do camponês.
Como os dois estavam se conhecendo, um se apaixonou pelo outro até que chega o esperado dia do casamento dos dois. Branca de Neve e o camponês fazem os convites e entregam no reino, até que o convite chega nas mãos da irmã de Branca de Neve.
Chegando no dia do casamento, Branca de Neve e o camponês estavam muito lindos, que não passaram despercebidos, causando inveja a qualquer um. A irmã de Branca de Neve, chega no casamento, e sentiu muita inveja e raiva, até que chegou uma hora que ela teve um infarto de tanto ódio.
Equipe: Matheus, Gabriel e Eduardo.
Conto original: Chapeuzinho Vermelho
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: Calcinha Vermelha
Era uma vez, em uma cidade, uma garota bonita e atraente, sua mãe a amava demais e sua avó (traficante) também a amava. Essa senhora fez-lhe uma calcinha vermelha, algum tempo depois a menina foi obrigada a fazer programa por sua dificuldade financeira.
Como ela amava o presente que sua avó tinha-lhe dado, usava a calcinha toda vez que ia fazer programa , sendo assim ficou conhecida com “calcinha vermelha“.
Um dia sua mãe preparou drogas para levar para sua avó e então a calcinha vermelha foi convocada para levar o pacote, logo que saiu de casa foi abordada pelo lobo traficante, inimigo da sua avó, o lobo iria atacá-la ali mesmo, porém passavam por ali viaturas a todo momento, então o lobo bolou um plano rapidamente e perguntou a ela:
− Aonde você vai com tanta pressa ?
Ela responde com grosseria e desprezo:
− Estou indo na minha avó.
E saiu .
O lobo, como conhecia tudo por ali, foi pelo caminho mais rápido.
Ao chegar lá, fingiu ser a calcinha, rendeu a vovó e a matou a tiros, para ocultar o cadáver, o lobo decidiu engoli-la.
Então ele ficou na espera da calcinha vermelha, logo ela chegou, bateu na porta e disse:
− Sou eu vovó, sua neta, trouxe o pacote que você esperava.
O lobo fingindo ser a vovó fala:
− Entra minha neta, já estava te esperando a um tempinho .
Chegando no quarto, o lobo manda a menina se deitar .
Ela, sem saber que estava sendo enganada, se deita .
Ao deitar reparou que sua vozinha estava diferente então pergunta:
- Porque essas orelhas tão grande vovo?
O lobo responde:
- É pra ouvir a sirene da policia melhor.
- E esse nariz tão grande?
- É para cheirar pó melhor.
Então a calcinha vermelha questiona.
- E essa boca sua tão grande, vovó?
O lobo sem pensar engoliu a menina em poucos segundos.
Os vizinhos sem entender os barulhos chamam a policia. A policia, chegando lá, se deparou com muito sangue e o lobo dormindo de barriga cheia. Então os policias abrem a barriga dele e conseguem retirar a calcinha vermelha, porém a vovó estava morta.
Tempo depois do acontecido a calcinha vermelha muda de vida pois sabia a senha do cofre de sua avó então dá uma vida boa para sua mãe sem nenhum envolvimento em tráfico ou prostituição.
Equipe: Gabriela, João Vitor e Bruno Patrício
Conto original: Chico
Autor do conto original: Érico Veríssimo
Título da releitura: O Chico
Equipe: Camila, Ester e Hevelen
Conto original: Os Sete Corvos
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: Os Sete Sapos
Equipe: Bruna e Luciana
Conto original: A Pequena Vendedora de Fósforos
Autor do conto original: Hans Christian Andersen
Título da releitura: O Vendedor de Picolé
Conto original: Os Sete Corvos
Autor do conto original: Irmãos Grimm
Título da releitura: Os Sete Sapos
Equipe: Bruna e Luciana
Conto original: A Pequena Vendedora de Fósforos
Autor do conto original: Hans Christian Andersen
Título da releitura: O Vendedor de Picolé
Estava tão calor! O sol não parava de brilhar, cada vez mais forte e intenso. Era fim de tarde. Aquele seria o último dia de dezembro, véspera de ano novo.
Perdido, seguia pela rua, com a cabeça baixa e descalço com os pés vermelhos de calor do asfalto quente, levava em uma caixa de isopor uma quantidade de picolés para vender. Mas o dia tinha-lhe corrido mal, ninguém comprou os picolés, não conseguiu nenhuma moeda sequer. Sentia fome e muita sede, pobre garotinho!
Sentou-se no chão, já havia anoitecido, mas o calor continuava forte. O menino não tinha coragem de voltar para casa. Pois não havia vendido nada e provavelmente iria apanhar de sua madrasta.
O menino encostou a cabeça no muro e ficou pensando,''ah como eu queria algo gelado para saciar a minha sede e aliviar o meu calor!'' O garotinho pegou um picolé, abriu e começou a se deliciar, fechou os olhos. Se imaginou em um parque aquático, com sua amada mãe sorrindo ao seu lado, quando abriu os olhos novamente viu apenas um palito e sua mão grudenta por causa do picolé derretido. Ele pegou e abriu outro picolé, fechou os olhos, se imaginou em uma mesa farta com sua mãe, seu pai e seus irmãos se deliciando com o gostoso peru assado e nada de sua bruxa madrasta. Quando abriu os olhos vê novamente a mesma cena triste de antes, um palito de picolé e sua mão grudenta.
Com muito medo, o coitado resolveu ir para casa. Chegando em casa, como ele esperava, levou uma surra de sua madrasta por ter comido dois picolés e por não ter vendido nenhum. Por castigo ia dormir sem jantar, quando chegou noite o menino foi mandado ir para cama, já dormindo ele recebe a visita de sua querida mãe.
Em desespero, ele pede:
- Minha mãe, leve-me contigo, não aguento mais!
Com um sorriso a mãe do garoto pega a mão dele e o leva para a luz,para o reino de Deus.
Na manhã quente de ano novo, encontraram apenas cadáver de um menino que sorria.
Equipe: André, Diego e Thiago
Conto original: Três Tesouros Perdidos
Autor do conto original: Machado de Assis
Título da releitura: Quatro Tesouros Perdidos
Era noite, 22h45min. Alexandre voltava para casa, para bater um rango. Ele estava com tanta fome que não viu o carro que estava estacionado na frente de sua casa, entrou, guardou o seu carro, subiu a escada, entrou na sala e viu um homem que passou lenta e silenciosamente com uma interna aflição.
Alexandre o cumprimentou, o outro homem avançou e disse:
- Beleza, meu nome é Fernando, sou marido da Eduarda.
- Queria muito saber quem é você, disse Alexandre, mas eu não de quem você esta falando.
- Você tá me zuando, né cara, Você não a conhece?
- Você...
Alexandre dá um passo para trás e diz:
-Pode parar aí mesmo, Fernando, saia agora da minha casa
Fernando levantou a camisa mostrando uma arma, e falou:
- Ou você sai do país ou eu te mato agora.
- Mas qual seria o motivo para você querer me matar, parça? disse Alexandre.
- Eu não sou seu parça, o motivo é que você está com a minha mulher
- Dando em cima da sua mulher? Mas eu nem conheço sua mulher
- Não conhece minha mulher, não me faça perder a paciência
- Acho que você se enganou de casa, cara.
- Não, você tá de brinques com a minha cara, né? Eu recebi fotos e vídeo no whats de um número desconhecido, você estava com a minha mulher na minha casa.
- Sua casa?
- No Paraíso, pela porta dos fundos, vamos cara, confessa!
- Mas cara, deve ser outra pessoa, que parece comigo...
- Nem pensar, é você mesmo... Eu recebi a foto do seu rosto e seu endereço, cara. Vai logo, decide, deixa o país ou leva pipoco aqui mesmo, anda decide.
Era um problema muito fácil de ser resolvido, Alexandre estava entre deixar o país, ou morrer por uma mulher que ele sequer conhecia, colocou sua vida na opinião, preferiu à vida rica, ir para Moscou.
Do nada apareceu uma dificuldade
- Mas eu não tenho dinheiro...
- Não tem dinheiro, que dúvida, para quem fica pegando a mulher dos outros, eu truxe dinheiro.
- Não e truxe, é trouxe.
- Vai me zuando, pra você ver se eu não te mato aqui mesmo, seu palhaço, falando isso ele pegou um bolo com notas de cem reais e disse, aqui tem dez mil reais pra você ir embora.
- Beleza.
- Vai para aonde, vacilão?
- Pros Estados Unidos.
- Vai na Fé.
Falou isso e foi embora no seu carro. Alexandre ficou por algum tempo pensando no que aconteceu. Ele não acreditava no que tinha acabado de acontecer.
Uma trouxa acabava de lhe entregar dez mil reais, seu sonho seria realizado. Jantou, foi para o aeroporto, deixou um menino na frente da sua casa molequem encarregado de avisar seus amigos de sua viagem por uns dois três dias, de sua viagem que não teria volta.
No outro dia, Fernando voltava para casa da uma de suas boates, pois tinha passado a noite fora de casa, entrou em casa, deitou no sofá e pegou o celular ligou o celular e recebeu uma mensagem de sua mulher escrita:
Fernando, estou indo embora com seu irmão Pedro vou para Paris, seu trouxa não devia ter me dado sua senha do cartão de credito, se eu fosse você cancelaria o seu cartão. E depois um áudio de sua esposa rindo.
Desesperado e tonto, Fernando correu para a sala de segurança, para ver as câmeras de segurança, e viu sua mulher, saindo oito horas da manha com seu irmão Pedro.
- Droga e meu irmão mesmo, *** no **, pelo menos eu não vou perder meus dez mil.
Correu para fora, pegou o carro, saiu cantando pneu, chegou na casa de Alexandre, um menino chegou e falou:
- O dono da casa foi embora para os Estados Unidos e não vai voltar para o Brasil tão sedo.
Fernando ficou tonto e desmaiou a garoto ligou para o Samu.
No outro dia, quando acordou estava em um hospital, começou a quebrar tudo, chegar dois seguranças e o levaram para um manicômio.
Hoje quando alguém vai ver ele, ele diz sem parar:
- Perdi quatro tesouros e um dia, minhas boates, meu irmão, minha esposa e minha saúde mental
Nesse ultimo ponto, o doido tem razão, parece um doido com juízo.

























